Goiás deve processar ~80 Mt de cana na safra 2026/27, com ~70% destinados ao etanol, mantendo mix voltado a biocombustíveis diante de preços e liquidez mais favoráveis. Limitações de capacidade para açúcar reforçam essa tendência. O etanol de milho segue em expansão: início da Inpasa (Rio Verde) até o fim do ano; São Martinho ampliando para 635 kt/ano de milho e 270 milhões de litros de etanol; Neomille investindo R$ 140 milhões para atingir 1,2 Mt/ano (+30%); além de projetos de CerradinhoBio e Energética Serranópolis. O estado busca a 2ª posição nacional em etanol de milho. Avançam projetos de biogás/biometano e políticas de descarbonização. Alta do petróleo eleva custos de diesel, pressionando margens logísticas. Dependência de fertilizantes importados amplia riscos. Volatilidade de preços e câmbio dificulta o planejamento.
Fonte: Nova Cana
