O mercado brasileiro de defensivos atingiu R$98,7 bilhões na safra 2024/25, alta de 3% ano a ano, segundo a Kynetec Brasil. Em dólares, a receita caiu 7%, para US$18,1 bilhões, pressionada pela desvalorização do real (de R$4,94 para R$5,46). O resultado reverte a queda de 13% em 2023/24, quando preços recuaram apesar da expansão de área (+1%) e da intensidade de aplicações (+9%). No último ciclo, a área plantada cresceu 2% e o manejo avançou 9%, compensando preços estáveis. Em cinco safras, a receita atingiu pico de R$110,1 bilhões em 2022/23, com custo médio subindo de R$37,93/ha para R$54,15/ha, afetado por restrições de oferta ligadas à China. Para 2025/26, a projeção é de alta de 8% em reais, sustentada por soja e milho e maior uso de insumos.
Fonte: Nova Cana
