Inspetores federais agropecuários realizaram nesta semana uma grande operação para descartar cerca de 7 toneladas de soja e farelo de soja apreendidos em abril no Porto de Paranaguá (PR), que apresentavam indícios de adulteração intencional, incluindo areia, fezes de aves e roedores mortos. Considerada imprópria para exportação ou consumo, a carga está sendo transformada em fertilizante orgânico em uma usina de compostagem em Araras (SP), com cerca de 150 viagens de caminhões. A ação, acompanhada por engenheiros agrônomos, zootecnistas e veterinários, busca prevenir fraudes, proteger a saúde pública e preservar a credibilidade do Brasil no comércio internacional. Com apoio do Programa Vigifronteiras e do SISV-SP, cada etapa é documentada para garantir conformidade com normas nacionais e internacionais. O caso, ainda em investigação na 13ª Vara Federal de Curitiba, evidencia o papel essencial dos fiscais no combate a irregularidades, na defesa do agronegócio e no descarte ambientalmente seguro de produtos contaminados.
Fonte: Revista Cultivar
