O aumento dos riscos em chokepoints estratégicos, incluindo o Estreito de Hormuz, eleva a atenção sobre a segurança das rotas marítimas, responsáveis por cerca de 80% do comércio global. No Brasil, o Porto de Santos segue como infraestrutura crítica, respondendo por 29,6% do comércio exterior em 2025, com throughput de 186,4 milhões de toneladas (+3,6% a/a) e 5.708 escalas (+2,7%). Os contêineres superaram 5,9 milhões de TEUs, enquanto os granéis foram liderados por soja (44,9 milhões de toneladas), açúcar (24,1 milhões) e milho (15,2 milhões). Cerca de 95% do comércio exterior brasileiro depende do modal marítimo. A Marinha mantém capacidade de monitoramento e resposta nas rotas e na “Amazônia Azul” (5,7 milhões km²), com cerca de 70 navios e 50 aeronaves. Autoridades alertam que interrupções podem gerar riscos de abastecimento, custos mais altos e congestionamentos logísticos.
Fonte: Agência Marinha de Notícias
