A Petrobras avalia que as importações de gás natural continuarão sendo fundamentais para garantir o abastecimento do Brasil nos próximos anos, mesmo diante do avanço esperado da produção doméstica. A avaliação foi feita pela diretora-executiva de Transição Energética e Sustentabilidade da estatal, Angélica Laureano. Segundo a executiva, o crescimento da produção nacional ocorre de forma desigual entre os diferentes polos produtores, o que mantém a necessidade de complementar a oferta com gás importado. “Ao mesmo tempo em que aumentamos a produção em alguns setores, houve um declínio em outros”, explicou. Laureano destacou que o Brasil contará com um portfólio mais robusto de gás de origem doméstica a partir da entrada em operação de grandes projetos offshore. O campo de Raia, previsto para iniciar operações em 2028, e o projeto Sergipe Águas Profundas Fase II (SEAP II), com início estimado para 2030, devem ampliar significativamente a oferta nacional.
Fontes: O Petróleo/Datamar News
