A São Martinho está acelerando a moagem de cana da safra 2026/27 para reduzir os riscos associados a um eventual El Niño mais intenso no segundo semestre e avalia que os preços atuais do açúcar no mercado internacional não refletem os potenciais impactos climáticos sobre a oferta global. Segundo o diretor financeiro da companhia, Felipe Vicchiato, a empresa já moeu cerca de 25% da safra e opera acima da expectativa inicial de moagem diária. “A meta é não deixar cana em pé”, afirmou. No cenário global, o CFO destacou que a seca esperada no Hemisfério Norte pode comprometer a produção em países relevantes para o mercado internacional. “Teria muita seca na Índia, o que deve afetar o canavial deles”, afirmou. Ele também mencionou expectativa de queda relevante na produção da Tailândia.
Fonte: Agência Estado/Nova Cana
